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Peças de wagner Woelke – Wagner Woelke https://www.wagnerwoelke.com.br Sítio Eletrônico Oficial Wed, 08 Jan 2020 18:18:37 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.2 https://www.wagnerwoelke.com.br/wp-content/uploads/2019/01/cropped-W-Wagner-Radio-32x32.jpg Peças de wagner Woelke – Wagner Woelke https://www.wagnerwoelke.com.br 32 32 CARA-A-CARA Com PÉROLA BENSABATH: Entrevista Concedida à COMUNIDADE ELOS LITERÁRIOS https://www.wagnerwoelke.com.br/cara-a-cara-com-perola-bensabath-entrevista-concedida-a-comunidade-elos-literarios/ Wed, 17 Jun 2015 19:32:20 +0000 http://wagnerwoelke.com.br/?p=1063 Continue lendo]]>

Entrevista a Pérola Bensabath, da “Comunidade Elos Literários”
entrevistado – WAGNER WOELKE

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Primeiramente gostaria de agradecer imensamente a oportunidade de mostrar um pouco do meu trabalho e das minhas pesquisas para um grupo de pessoas tão esclarecidas e inteligentes. Muito obrigado!

Pérola – A mudança foi de São Paulo para Valinhos, ou vice versa?
R – Nasci em Mogi das Cruzes, subúrbio de São Paulo, e interagi intensamente com a metrópole paulistana até 2002, ora estudando lá, ora trabalhando, e depois, morando. Naquele ano, uma oportunidade profissional na região metropolitana de Campinas, distante cerca de 100 km. da capital do estado me fez mudar para Vinhedo e Valinhos. Seis anos depois, cumprido o ciclo, voltei a morar na capital de São Paulo, e hoje divido minha vida entre SP e a baixada santista, onde a família tem casa.

Pérola – O que relembras com mais intensidade da época do calouro da PUC?
R – Na PUC fiz mestrado em Contábeis (incompleto: não entreguei a dissertação). Sou graduado em Economia e em Ciências Contábeis respectivamente pela UBC e UMC; essas duas universidades são de Mogi das Cruzes, praticamente na porta de casa. Ihhh, faz muito tempo dos tempos de calouro, quase 40 anos..!. Lembro-me que era a época da ditadura, e no curso de Economia, tinha um pessoal engajado no DA. Uns colegas sumiram, alguns colegas comentaram o sumiço. Eu, com 18 anos, me lembro de ter ficado com medo.

Pérola – Como é o Wagner na intimidade?
R – Hoje sou muito tranqüilo, pratica diariamente meditação vazia, leio muito, pesquiso muito, escrevo muito. Gosto de passeios na cidade, em meio a muitas pessoas e prédios altos.

Pérola Finalmente, você é um filósofo, um místico, um guru ou um pensador?
R – Filósofo sempre fui, desde que me entendo por gente. Pensador também. Místico e guru, jamais.

Pérola – Triste, profundo, romântico, ou sério? Em qual destes vocábulos você se encaixa?
R – Profundo, sério e romântico, nessa ordem.

Pérola Qual o seu livro de maior sucesso?
R – (Risadas). Acho muito prematuro referir-se assim, meu “livro de maior sucesso”. Volte a fazer-me esta pergunta daqui a uns vinte anos, que eu respondo.(risadas) Afinal, foram apenas 4 títulos publicados até hoje, todos com tiragens típicas de iniciante. Publiquei meu primeiro livro em 2010, o “TRATADO GERAL DA MEDITAÇÃO E HARMONIZAÇÃO COM O UNIVERSO”, logo aceito pelas duas maiores redes de livrarias do Brasil e, ao que eu saiba, a primeira edição encontra-se esgotada. Já preparei um texto revisto e ampliado, do qual lançarei em edição própria oportunamente. O “CRIANDO REALIDADES” também vendeu bem e ainda vende, vejo que há livrarias que fazem pedidos regularmente. Já a distribuição do “EU SUBLIMINAR” e do “O HOMEM E A MALHA CÓSMICA” é de responsabilidade da editora, e ainda estão sendo trabalhados por eles, não interfiro nem um pouquinho. Acho que o preço do livro pesa muito na hora da vendagem.

Tratado Geral da Meditação Harmonização com o Universo

Pérola – E o contexto da literatura nacional compensa de alguma forma, enquanto escritor?
R – Bem, financeiramente, para obter um ganho que se permita viver bem, exclusivamente de escrever livros, é necessário que se vendam às dezenas de milhares de exemplares. No Brasil, isso é conseguido por não mais de que uma dúzia de escritores. No meu caso, como se tratam de apenas 4 títulos, distribuídos de várias formas: por meio de distribuidora, por meio da própria editora, por meio do meu site, do meu blog, por meio de livrarias independentes de SP e da baixada santista, todo mês sempre pinga um pouquinho de dindim na minha conta bancária, às vezes, até de valores surpreendentes. Tem dado para o gasto, não mais que isso. Mas há que se considerar que, no Brasil em geral se lê comparativamente pouco. As estatísticas falam em mais de 400 milhões exemplares vendidos por ano aqui na Terra de Santa Cruz, mas esse número inclui os livros didáticos. E no pouco que se lê, há a preferência, como disse, pelos grandes lançamentos internacionais, estes, sempre acompanhados de farta propaganda direta e institucional feita por suas editoras, além de exibição em locais privilegiados nas livrarias e nas revistas de grande circulação. Os melhores espaços nas maiores livrarias aqui de São Paulo – quinas, altos de prateleiras, expositores , ilhas, etc., são todos alugados, com valores a pesos de ouro. Os anúncios em revistas especializadas também possuem valores bem salgados. O livro, exposto nas prateleiras, vende, e é um produto perene, que não tem data de validade (às vezes vou às livrarias e, quando vejo que meus livros estão escondidos, pego um exemplar e deixo-o num local mais visível, mais privilegiado… risadas), mas o escritor brasileiro é, em geral, muito discriminado e desprezado por toda a cadeia: editoras, distribuidoras, livrarias e, claro, pelos leitores. As páginas culturais dos grandes jornais gostam de falar de livros lançados por atores da Globo, ignoram os talentos emergentes. Também, com a mentalidade de colonizados que existe forte no Brasil, principalmente em meio às classes dos mais esclarecidos, os autores estrangeiros geralmente são preferidos pelas editoras, idem pelos leitores. (Já fui inquirido por leitor, que insistia em querer saber se eu sou brasileiro, mesmo!) Na edição de sexta-feira passada do Programa LITERATUS TV, especializado em literatura, da Rede de TV Federal, o apresentador, quando cobrado pelos telespectadores sobre a falta de menção de obras de escritores brasileiros contemporâneos, saiu-se com o seguinte comentário, dito com uma careta: “Ah, falar de escritores brasileiros, só porque estamos no Brasil, é bobagem, é bairrismo bobo…”. E seguiu, falando de Stephen King, de Conde Drácula, etc, etc… Esse problema é antigo: No ensaio de grande José Martiniano de Alencar, chamado “COMO E PORQUE SOU ROMANCISTA”, publicado em Maio de 1873, ele já destila a lista das desventuras de ser um escritor no Brasil, como o desprezo das classes intelectuais, as críticas preconceituosas e injustas, os atrasos das editoras, o extravio de originais, o descaso dos lojistas, que fez com que a primeira edição de seu monumental “O GUARANI”, de 1857, jazesse, por 2 anos, sob o que ele mesmo denominou de “pretensioso desdém da roda literária”, no fundo de um sebo e nos cordéis, embaixo dos arcos da Lapa, sem que ele visse durante esse tempo “e muito depois, qualquer elogio, crítica ou simples notícia do romance…”. O panorama não mudou em quase nada. Em 2012, alguém sugeriu que eu entregasse os originais de meu recém concluído “EU SUBLIMINAR” a uma editora especializada na temática de que ele trata, para análise. Conversei lá e me disseram assim: “DEIXE UMA CÓPIA AÍ. SE EM UM ANO NÃO TE PROCURARMOS PARA TE DAR RESPOSTA, É PORQUE O LIVRO FOI RECUSADO”. Pode? Um livro elogiadíssimo pelos leitores, que já tem duas traduções para o Inglês e, até onde ouvi falar, está sendo traduzido para o holandês e para o russo… O fato é que os autores brasileiros consagrados lançam seus livros por aqui com tiragens de 3 mil, 5 mil exemplares, não mais que isso. O Paulo Coelho, uma das poucas exceções que há, com suas centenas de milhares de exemplares em cada lançamento, primeiro teve que fazer sucesso lá fora, para depois ser aceito aqui, sempre com muita crítica, principalmente invejosa. Já participei de rodas de escritores aqui em SP para discutir o problema, mas logo parei, pois aquilo me fazia muito mal ao espírito. Tem muito escritor brasileiro magoado. Não reclamo, pois estou ciente que meus livros não tratam de temas populares, e seus conteúdos e abordagens realmente não são digeríveis por qualquer um. Mas vejo que, quem lê um dos meus livros, imediatamente me procura querendo ler os outros. E alguns escrevem para me cobrar por mais obras de assuntos relacionados. Meus livros demandam muita pesquisa especializada, com muito critério. Na verdade, toda vez que entrego o original de um livro meu para uma editora sob contrato, sinto-me leve, muito leve, como que um grande peso tenha saído das minhas costas.

Pérola – Existe curiosidade em torno da tua empresa: é uma editora, uma divulgadora, uma empresa de marketing?
R – Não tenho empresa, não! (Risadas). Meu sítio eletrônico (www.wagnerwoelke.com.br) é somente uma ferramenta de divulgação, tanto de meus assuntos que, segundo entendo, devam ser divulgados, quanto de matéria cultural em geral, editais na área cultural, etc., pois, como andei no meio cultural (fui diretor cultural da Associação Viva o Centro, Ação Local Praça Ramos, no período de 2009 a 2011,aqui de São Paulo, e percebi que muito da agenda cultural da cidade, que é imensa, é simplesmente ignorada pela imensa maioria da população. Então, divulgo. Nem tanto quanto poderia ou deveria, mas divulgo.)

Pérola – O teatrólogo?
R – É uma conseqüência de minha temporária atividade na Ação Local Praça Ramos: compareci a muitos espetáculos (TEATRAIS, ÓPERA, DANÇA, ORQUESTRA SINFÔNICA, SHOWS DE MPB, ROCK, ETC., ETC.), uma verdadeira maratona, ao longo de mais de 3 anos. Evidentemente, conheci muita gente do meio, acabei envolvido com produção, captação de recursos e, como tenho alguma coisa a dizer, surgiram meus textos para teatro e cinema. Sou associado da SBAT – Sociedade Brasileira de Autores (Teatrais), e eis meus textos teatrais (atualmente são 14, devidamente registrados na Biblioteca Nacional):

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– “A ATRIZ”, comédia dramática,

– “EU NÃO VI MEU MARIDO GANHAR CABELOS BRANCOS”, drama,

– “TIA, O QUE EU VOU SER QUANDO CRESCER?”, lúdico infanto-juvenil,

– “A ORDEM DO REI”, drama baseado em uma pequena cena do livro “Nossa Senhora de Paris”, de Victor Hugo,

– “MULHER ESPIRITUALMENTE DANIFICADA”, drama

– “ENSAIO SOBRE A FALTA DE ESCRÚPULO”, um estudo sobre as relações atuais no ambiente corporativo,

– “EU, PERI, GUERREIRO GOYTACAZ DESTEMIDO, 30 ANOS, BELO, ALTO, APAIXONADO…”, épico baseado na personagem de José de Alencar,

– “I-JUCA-PIRAMA, A PEÇA”, épico baseado no poema homônimo de Gonçalves Dias,

– “A PATA DA GAZELA, A PEÇA”, comédia de costumes baseada no livro homônimo de José de Alencar,

– “É SHAKESPEARE, MEU!”, uma coletânea de trechos de textos do Bardo, tão falado e tão pouco conhecido,

– “NAVIO NEGREIRO E OUTRAS DORES”, drama baseado na obra homônima de Castro Alves, e em outros textos seus,

– “CAMÕES EXPLICA “OS LUSÍADAS”, um mergulho e uma interpretação da maior obra épica da incrível e desconhecida (para nós) história da grande nação portuguesa,

– “NEGRINHO DO PASTOREIO, A PEÇA”, drama sobre a lenda do sul do Brasil,

– “NERO, O DIÁRIO DE UM DOIDO VARRIDO”, comédia dramática baseado nos feitos do controvertido imperador romano.

Atualmente estou fazendo uma minuciosa pesquisa nos primórdios de nossa história, à cata de coisas que não são absolutamente do conhecimento geral de nós mesmos, brasileiros, mas que acabaram por nos levar a isso que nós somos hoje. Se eu tiver tempo, farei uma devolução em forma de textos teatrais, voltados principalmente para o público estudantil.

Para cinema, sou um apaixonado pelos filmes brasileiros, tanto que criei um blog só para relacionar traileres de nossas produções, o www.socinemabrasileiro.blogspot.com . No ano passado participei de oficinas de roteirista e fotografia no MIS – Museu da Imagem e do Som, e até participei de um curta-metragem experimental, o “SUA MÃE, SEU PROBLEMA” (https://www.youtube.com/watch?v=FGxhaeAVxtU), dirigido pelo ótimo Anderson Lima. Meus roteiros de longa metragem, todos devidamente depositados na BN: um deles é um drama que trata de racismo na periferia das grandes cidades brasileiras, outro drama urbano de um ex-executivo de meia idade que perde tudo e tenta recomeçar a vida em bases mais humildes, outro é um thriller que conta a história real livremente adaptada de um fugitivo, um alemão criminoso de guerra nazista que se refugia em uma pequena e isolada cidade do Brasil em 1949 e ali, enquanto anonimamente se envolve com os pacatos cidadãos locais, acompanha à distância o desenrolar dos fatos relacionados com o pós-Guerra Mundial. Acabei de registrar o roteiro de drama, também livremente baseado em fatos reais, onde a personagem, uma perturbada mulher da classe média paulistana passa a escrever romances bizarros e ousados, como terapia para os pesadelos que não a deixam. Também, como pedido, escrevi roteiros para curta-metragens, tratando de racismo, solidão na metrópole, violência urbana…
Pérola – . O amor é para sempre entre um casal?
R – Se o casal estiver vivendo um amor do tipo “Storge”, que é marcado pelo companheirismo e respeito, certamente durará “até a morte os separe”; se for dos tipos “Eros” (atração física, energia de peles), “Ludus” (brincadeira) ou “Mania” (paixão louca), terão um ápice temporário e depois se transformarão em alguma outra coisa, levando ao fim do relacionamento. Já o tipo “Pragma” é um relacionamento de conveniência, e o casal, mesmo já tendo percebido que não há mais qualquer ponto sentimental em comum, permanece junto por comodidade, por utilidade, etc. Essas classes de tipos de amor humano foram identificadas por psicólogos especializados no assunto, e mereceram um capítulo em meu livro “O HOMEM E A MALHA CÓSMICA”.

Pérola – . A família?
R – A família é a base de toda a estabilidade do ser humano, que precisa de referências e suporte em várias áreas: emocional, material, educacional. Por isso, os regimes totalitários tentam, como vemos hoje no Brasil, destruir a família e os valores do clã. Destruindo-se a família, as pessoas ficam mais vulneráveis.

Pérola – Você tem manias?
R – Não sei se é bem uma mania, mas gosto das músicas dos anos 1970, uma de minhas poucas concessões a estrangeirismos. Tanto que criei um blog especializado, o www.1970inesquecíveis.blogspot.com , que contém videoclipes da maioria das músicas e canções que marcaram a minha infância. Costumo cantarolar músicas de Elvis Presley (http://www.1970inesqueciveis.blogspot.com.br/…/wagner-woelk…), Beatles (http://www.1970inesqueciveis.blogspot.com.br/…/the-ballad-o…), B.J. Thomas, Johnny Rivers, fui estudar canto para diminuir a agressão aos ouvidos alheios (risadas).

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Pérola – Você enviou maravilhoso texto para a Elos Literários 3, enviei um exemplar do volume 2 para você. O que acha deste empreendimento literário?
R – Obrigado pela referência ao meu texto. Devorei o exemplar do “ELOS LITERÁRIOS, VOLUME 2” com muita sede (risadas). Gosto de ver as diferenças de percepções das pessoas brasileiras, e ali encontrei uma mina sem dúvida muito rica. Iniciativas como esta coordenada por ti, Pérola, tão democrática e ousada, são muito necessárias no panorama intelectual brasileiro, tão dominado pelas oligarquias (“dominado” é bem o termo), que não deixam o povo desenvolver seu pensamento, com isso, não conseguindo assimilar as essências da cultura genuinamente nacional, as quais gerariam um povo forte, orgulhoso de quem são. A noção de que “o que é nacional, não presta” é inserida diariamente pela classe dominante na mente das pessoas de todas as classes mais populares. O povo é mantido perversamente na cegueira, na ignorância de si mesmo, portanto, eternamente manipulável, escravizável. As elites brasileiras têm vergonha das coisas e dos sentimentos genuinamente nacionais. Enquanto isso, mantêm os olhos voltados para Europa e EUA, de que se julgam verdadeiramente dignos. É a mentalidade dos séc.XVII e XVIII, sedimentada na mente colonial, dos barões de café e cacau, disseminada ainda hoje, em pleno Séc.XXI, pelas classes médias (Classe média, mesmo! Não a classe média criada pelo Lula, a que tem renda de 1.100 reais por mês. Risadas). Isso é quebrado com a divulgação livre das várias vertentes do pensamento de raiz nacional. Por isso, todo canal livre é absolutamente necessário, e a proposta das coletâneas da série “ELOS LITERÁRIOS”, coordenados por ti, é amplamente louvável. Que venha mais, muito mais!

Wagner Woelke, Junho de 2015

COMUNIDADE ELOS LITERÁRIOS

Grupo criado pela escritora bahiana PÉROLA BENSABATH, voltado para a união e expressão literária de autores independentes, “em um ambiente cada vez maior de estreitamento de mercado literário”, é hoje um importante impulsionador na integração entre escritores (elo-escritores) e leitores.

A Escritora PÉROLA BENSABATH

O que mais me encanta é o comprometimento e o entusiasmo dos elo-escritores com as COLETÂNEAS ELO-LITERÁRIAS: todo um movimento a partir do noso volume 1, e que se estendeu à nossa página no Facebook: COMUNIDADE ELOS LITERÁRIOS”, diz, exultante, a criadora e cordenadora do grupo, PÉROLA BENSABATH.

As Escritoras Lúcia Laborda e Pérola Bensabath ladeiam o editor

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Incentivo à Cultura – Sistema ProAC ICMS 2015 já está aberto https://www.wagnerwoelke.com.br/incentivo-a-cultura-sistema-proac-icms-2015-ja-esta-aberto/ Fri, 13 Feb 2015 13:05:52 +0000 http://wagnerwoelke.com.br/?p=1015 Continue lendo]]> Encontra-se aberto desde o último dia 9 o prazo de cadastramento de propostas no Sistema ProaC ICMS – Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo – Lei 12268/06.

O prazo do referido cadastramento se estenderá até 30 de outubro de 2015. Depois de cadastrada a proposta no Sistema ProAC, o prazo é de até 60 dias para envio dos documentos referentes ao proponente e à proposta.

Programa de Ação Cultural da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo:

Os recursos do PAC serão destinados a atividades culturais
independentes, de caráter privado, nos seguintes segmentos:
I–artes plásticas, visuais e design;
II–bibliotecas, arquivos e centros culturais;
III–cinema;
IV–circo;
V–cultura popular;
VI–dança;
VII–eventos carnavalescos e escolas de samba;
VIII–“hip-hop”;
IX–literatura;
X–museu;
XI–música;
XII–ópera;
XIII–patrimônio histórico e artístico;
XIV–pesquisa e documentação;
XV–teatro;
XVI–vídeo;

Podem se cadastrar pessoas físicas e pessoas jurídicas.

O Passo-a-passo para se cadastrar:

É fácil tornar-se um proponente do ProAC ICMS. Veja as dicas:

1. Preencha o formulário eletrônico. Ao final, login, senha e protocolo serão enviados para seu e-mail. Guarde bem esses dados.

2. Acesse novamente o Sistema para cadastrar projetos. Siga as orientações disponíveis em cada tela.

3. Ao final do cadastramento do projeto, você receberá todas as orientações sobre entrega de documentos por e-mail.

4. Se houver qualquer problema com a documentação do proponente, você será avisado por e-mail e terá 45 dias para regularização.

Para se cadastrar com proposta ou como proponente, acesse o Sistema ProAC, clicando aqui.

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“É SHAKEASPEARE, MEU!” e mais dois outros textos teatrais de WAGNER WOELKE já estão na SBAT https://www.wagnerwoelke.com.br/e-shakeaspeare-meu-e-mais-dois-outros-textos-teatrais-de-wagner-woelke-ja-estao-na-sbat/ https://www.wagnerwoelke.com.br/e-shakeaspeare-meu-e-mais-dois-outros-textos-teatrais-de-wagner-woelke-ja-estao-na-sbat/#comments Tue, 02 Dec 2014 12:19:27 +0000 http://wagnerwoelke.com.br/?p=980 Continue lendo]]> A partir desta semana, as peças “É SHAKEASPEARE, MEU!”, “I-JUCA-PIRAMA – A PEÇA”, e “CAMÕES EXPLICA “OS LUSÍADAS”, todos de autoria de WAGNER WOELKE, já se encontram no acervo da SBAT – Sociedade Brasileira de Autores, da qual ele é associado.

 WAgner

Além de escritor, WAGNER WOELKE é também dramaturgo.

“As três são adaptações de verdadeiras jóias dos autores Shakeaspeare, Gonçalves Dias, e Camões, obras eternas, que procurei trazer para a linguagem de uso comum, contudo, sem que perdessem a carga épica e de profunda erudição que carregam . Gostei do resultado que obtive”, explica…

A DRAMATURGIA DE WAGNER WOELKE

  • “É SHAKEASPEARE, MEU!”,  monólogo,comédia dramática, adaptação de trechos conhecidos das peças “HAMLET”, “MACBETH”, “REI LEAR”, “SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO”, e “ROMEU E JULIETA”, narrados pelo próprio Shakeaspeare, que também conta curiosidades a respeito de sua vida e de seu tempo. 60min, 12 anos.

 

  

William Shakeaspeare, Luis Vaz de Camões, Antonio Gonçalves Dias e José de Alencar
  • “I-JUCA-PIRAMA, A PEÇA”, drama, adaptação do poema de Antonio Gonçalves Dias. No Brasil de antes dos portugueses, guerreiro tupi cai prisioneiro de tribo dos Timbiras. Prestes a ser devorado, escapa graças a um álibi. Porém, seu pai, ao descobrir a covardia do filho, o amaldiçoa, obrigando-o a retornar aos seus raptores. 60min, 12 anos.
  • “CAMÕES EXPLICA “OS LUSÍADAS”, monólogo, comédia dramática, adaptação da obra “OS LUSÍADAS”. O próprio Luis Vaz de Camões vem explicar os versos que narram a saga do povo português e a viagem de Vasco da Gama às Índias, além de curiosidades acerca de sua própria vida. 60min, 12 anos.
  • ENSAIO SOBRE A FALTA DE ESCRÚPULO, drama. Rapaz é despedido do emprego após armação entre o chefe e um colega, em que ambos precisavam eliminá-lo para obter vantagens. Ambos passam a discutir as ações dos sem escrúpulos, tanto nos meios mais próximos, como ao longo de toda a história da humanidade. 60min. 16anos.
  • “NAVIO NEGREIRO E OUTRAS DORES”, monólogo, drama, adaptação do poema”NAVIO NEGREIRO” de Castro Alves, com inserção de trechos de “VOZES D’ÁFRICA”, “ESPUMAS FLUTUANTES” e outros do “Cantor dos Escravos”. 60min, 14 anos.

“A PATA DA GAZELA, A PEÇA”, comédia de costumes, adaptação do romance de José de Alencar. No Sec.XIX, Horácio, conquistador freqüentador das rodas do império, revira a cidade do Rio de Janeiro para encontrar a dona de um sapatinho gracioso que encontrou na rua. 60min, 12 anos.

  • “EU, PERI, GUERREIRO GOITACÁZ DESTEMIDO, 3O ANOS, ALTO, FORTE, APAIXONADO…”, monólogo, drama, adaptação da obra “O GUARANI”, de José de Alencar. Em 1604, nas cercanias da cidade do Rio de janeiro, o valente guerreiro Peri apaixona-se perdidamente pela filha do colono português, e para demonstrar seu amor enfrenta o homem branco, onças, tribos inimigas, e até as forças da natureza. 60min, 12 anos.
  • “A LENDA DO NEGRINHO DO PASTOREIO – A PEÇA”, drama, adaptação da lenda corrente do Sul do Brasil. No Sec.XIX, em uma fazenda no interior do Rio Grande do Sul, garoto negro, escravo, conhecido como “Negrinho”, perde o cavalo preferido do cruel feitor. Furioso, o homem castiga duramente o menino. 60min, 16 anos.
  • “MULHER ESPIRITUALMENTE DANIFICADA”, monólogo, drama. Executiva cinqüentona, moradora em São Paulo, percebe que está cada vez mais solitária, o que já a está fazendo insuportavelmente muito infeliz. Passa a investigar as causas e as origens desse processo de afastamento das pessoas. 60min, 16 anos.
  • Victor Hugo escreveu vários clássicos universais…
  • “A ATRIZ”, comédia dramática. Ingênua dona de casa recém-divorciada pretende retomar a “carreira” de atriz, que abandonara quando ainda estava no colégio, na época, para se casar.  Porém, não imagina que o preço a pagar poderá ser muito alto. 60min, 16 anos.
  • “NERO, O DIÁRIO DE UM DOIDO VARRIDO”, tragicomédia, a história do controvertido e cruel imperador romano. Na Roma do Sec.I, Nero, manda assassinar a mãe, envenena o meio irmão, degola a primeira esposa, mata a segunda a pontapés, manda castrar um escravo para se casar com ele, coloca fogo em Roma… É ou não é um doido varrido? 60min, 16 anos.
  • “A ORDEM DO REI”, drama, adaptação da obra “NOTRE DAME DE PARIS”, (“O CORDUNDA DE NOTRE DAME”), de Victor Hugo. A personagem Gúdula, a velha louca que anda gritando pelas ruas da Paris do Sec.XIV é focada nesta adaptação, em toda a sua dor e as razões que a causaram. 60min, 14 anos.

  • “EU NÃO VI MEU MARIDO GANHAR CABELOS BRANCOS”, monólogo, drama. Mulher divorciada esbarra por acaso com o ex-marido na rua, a quem não via há muitos anos. Do rapidíssimo encontro, o que a impressiona são os cabelos brancos que o homem agora possui. Ao retornar para casa, passa a imaginar como ele pode tê-los obtido, ao mesmo tempo em que recorda vários momentos do casamento. 60min, 14 anos.
  • “TIA, O QUE EU VOU SER QUANDO CRESCER?”, infanto-juvenil pedagógico. Professora explica para os alunos as várias profissões que podem seguir, com as vantagens e desvantagens de cada uma. 60min, livre.

Wagner Dez2014

Wagner Woelke

Os direitos de encenação destes espetáculos podem ser adquiridos na SBAT – Sociedade Brasileira de Autores.

A SBAT – Sociedade Brasileira de Autores é a entidade que cuida, desde 1917, dos direitos autorais relativos ás obras intelectuais no Brasil.

SERVIÇO:

SBAT – SOCIEDADE BRASILEIRA DE AUTORES

Em São Paulo, Av.Ipiranga, 1123, 8º. Andar, Fone: 11 3229-9011

www.sbat.com.br

Edson Bezerra Lins –   e-mail:  sbatsp@sbat.com.br

 

 

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1o. CONGRESSO BRASILEIRO DE DRAMATURGIA Começa dia 20 https://www.wagnerwoelke.com.br/1o-congresso-brasileiro-de-dramaturgia-comeca-dia-20/ Sun, 09 Nov 2014 15:08:24 +0000 http://wagnerwoelke.com.br/?p=930 Continue lendo]]> I CONGRESSO BRASILEIRO DE DRAMATURGIA, realizado em forma de uma parceria da Associação de Roteiristas (AR),Associação dos Artistas Amigos da Praça (ADAAP), Associação dos Amigos dos Autores Teatrais (ATO), o Centro Brasileiro de Entidades Culturais (CBEC) e a Sociedade Brasileira de Autores (SBAT), acontecerá em São Paulo, no período de 20 a 23 de Novembro próximos.

1 Congresso Dramaturgia

O Congresso pretende reunir profissionais atuantes da dramaturgia relacionados a todas as mídias (teatro, cinema, internet e TV) e terá como eixo o debate das questões estéticas acerca da escrita dramatúrgica na contemporaneidade, além – e principalmente – da discussão sobre a profissionalização da categoria.

Por meio de oito mesas de debates, assuntos que fazem parte do dia-a-dia dos autores no Brasil serão trazidos à tona, e destrinchado por quem entende do assunto.

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Lauro Cesar Muniz será um dos debatedores

Mesa de Debates 01

A dramaturgia é a arte de compor e de dar forma a uma história e esse é o nosso ofício. Mas há pontos entre dramaturgos e roteiristas que precisam ser discutidos e aprofundados. O roteirista é antes de tudo um dramaturgo e é nessa perspectiva que essa primeira mesa, que abre o Congresso, vai caminhar provocando-nos a pensar.

Mesa de Debates 02

A LDA nos traz boas novas: um controle maior por toda execução e exibição pública da obra do autor. Com isso as arrecadadoras se veem obrigadas a prestar contas do que arrecadam de forma mais transparente. A Lei está em processo de regulamentação e é importante para nós, dramaturgos e roteiristas, termos conhecimento dos nossos direitos. Nada melhor que uma mesa formada por especialistas no assunto.

Mesa de Debates 03

Crise, essa é uma palavra constante no nosso dia a dia. Criar é necessariamente dar forma, abrir caminhos, conquistar espaços e transformar. O criador é antes de tudo um provocador. E essa inquietude nos leva a pensar também sobre uma crise criativa na dramaturgia. Ela existe? É fato? O que pode ser feito? Que caminhos seguir? Que espaços devemos ocupar? Nessa mesa temos a representação da criação brasileira, que além de nos falar sobre a crise – e sempre ela – nos levarão a pensar criticamente sobre novas propostas.

Mesa de Debates 04

Censura, palavra nefasta, caminho sem volta, que poda a criação artística e nos reduz ao nada. A ascensão conservadora da sociedade é um perigo que ronda a criação e nos faz pensar se ainda existe censura no Brasil. Hoje a classificação indicativa para os programas no audiovisual implica a limites numa sociedade democrática. Onde estão esses limites? Como adequá-los a realidade brasileira? Existe uma censura não oficial nas produções artísticas? Como atuar diante disso? Uma mesa que levanta questões através de dramaturgos e roteiristas que vivem isso no dia a dia.

Mesa de Debates 05

A dramaturgia tem a possibilidade de absorver e ressaltar as diversas linguagens em arte. A Música tem um papel fundamental na compreensão da dramaturgia e de roteiros audiovisuais. Sua importância é tanta que criamos uma mesa para discutir o papel que nossos compositores teem na dramaturgia. E como tratar os direitos dessas composições, que uma vez escritas especialmente para a dramaturgia, deveriam ter sua arrecadação feita pela Sociedade Teatral que os representa. Uma mesa repleta de sensibilidade, paixão e compromisso com a arte.

Mesa de Debates 06

O Brasil avançou muito nos últimos anos nas políticas públicas para a cultura. Mas todo esforço ainda é necessário para que essas políticas sejam um compromisso do Estado brasileiro para que o povo tenha acesso aos bens culturais. E além do mais, o que estamos fazendo para proteger as obras de nossos dramaturgos? Qual a política de preservação desses bens que são patrimônio cultural do povo brasileiro? Essa mesa tem por objetivo levantar essas questões e qual o indicativo para essas políticas.

Mesa de Debates 07

Muitas das vezes somos obrigados a assinar contratos por obra. Depois que nossos trabalhos são exibidos, como ficam os nossos direitos para novas exibições? A obra pertence ao autor. Mas nesse caso, podemos realmente dispor delas? Como ficam nossos contratos com produtoras e TVs? Quais são as nossas escolhas? Essa é uma boa pergunta para nos fazermos diante da intensa discussão dessa mesa.

Mesa de Debates 08

Uma mesa que discute e propõe que dramaturgos, roteiristas e artistas se unam em associação de ideias, de atitudes e de compromisso. Uma forma de luta pelos direitos autorais e de representação. Precisamos dessa representação para defender nossos direitos? A LDA prevê a associação em uma sociedade de gestão coletiva, principalmente para recolher direitos vindos do exterior. Como nos posicionamos diante disso? Juntos, podemos fortalecer nossas entidades. Nossas entidades juntas se fortalecerão muito mais. Com a palavra os representantes das entidades que organizaram esse Congresso.

 

PROGRAMAÇÃO – MESAS

21 de Novembro, das 9h às 11h – Mesa 1:

DRAMATURGOS E ROTEIRISTAS – pontos de Convergência

 

11h30 às 13h30 – Mesa 2:

LEI DIREITO AUTORAL – Uma Lei para todos os artistas

  • Marcos Souza – Diretoria de Direito Intelectual do MinC
  • Carol Kotscho – Roteirista e Escritora
  • Evaristo Azevedo – Advogado e Crítico de Teatro da APCA
  • Marcílio Moraes – Dramaturgo e Roteirista

 

Dia 22 de Novembro, das 9h às 11h – Mesa 3:

EXISTE UMA CRISE CRIATIVA NA DRAMATURGIA BRASILEIRA?

  • Alcides Nogueira – Dramaturgo e Roteirista
  • Aimar Labaki – Dramaturgo e Diretor
  • Aderbal Freire-Filho – Dramaturgo e Diretor
  • Marici Salomão – Dramaturga e Jornalista

11h30 às 13h30 – Mesa 4:

EXISTE CENSURA NO BRASIL, HOJE? – CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA E/OU PROIBITIVA?

  • Ricardo Hofstetter – Dramaturgo e Roteirista, Presidente da AR
  • Eduardo Benaim – Roteirista, Diretor de Cinema e TV
  • Lauro Cesar Muniz – Dramaturgo e Roteirista

15h às 17h – Mesa 5:

MÚSICA PARA TEATRO, CINEMA E TV: COMO TRATAR  ESSES DIREITOS?

  • Ilo Krugli – Dramaturgo, Diretor do Grupo Vento Forte
  • Caique Botkay – Compositor e Músico
  • Martin Eikmeyer – Músico e Compositor

17h30 às 19h30 – Mesa 6:

POLÍTICAS PÚBLICAS DE APOIO À DRAMATURGIA

  • Alfredo Manevy – Secretário Adjunto da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo
  • Cecília Boal – Presidente do Instituto Augusto Boal

Dia 23 de Novembro, das 9h às 11h – Mesa 7:

OS CONTRATOS ENTRE PRODUTORAS E ROTEIRISTAS – QUAIS SÃO AS NOSSAS ESCOLHAS?

  • Thiago Dotori – Cineasta, Presidente da AC – Autores de Cinema
  • Eneida Soller – Presidente do CBEC – Conselho Brasileiro de Entidades Culturais
  • Vanisa Santiago – Advogada especialista em Direito Autoral
  • Victor Drummond – Advogado e Associação dos Intérpretes

11h30 às 13h30 – Mesa 8:

ASSOCIAÇÕES EM ASSOCIAÇÃO – UMA PROPOSTA PARA O FORTALECIMENTO DE DRAMATURGOS,  ROTEIRISTAS e ARTISTAS

  • Ricardo Hofstetter – Roteirista e Escritor, Presidente da AR
  • Lauro Cesar Muniz – Dramaturgo e Roteirista
  • Aderbal Freire-Filho –Diretor e Presidente da SBATIvam Cabral – Ator, Dramaturgo, Presidente da ATO – Associação dos Amigos dos Autores
  • Dinovan Oliveira – Advogado da SP Escola e da ATO
  • Thiago Dotori – Roteirista e Presidente da AC
  • Eneida Soiller – Presidente da CBEC

15h às 18h30 – Grupos de Trabalho – Apresentação de propostas Plenária para votar moções, propostas e documento final do Congresso

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Aderbal Freire-Filho é um dos debatedores.

ORGANIZAÇÃO DO CONGRESSO

  • Ivam Cabral – Diretor da SP Escola e Presidente da ATO
  • Lauro Cesar Muniz – Conselheiro da SP Escola e membro da SBAT
  • Dinovan Oliveira – Advogado da SP Escola e da ATO
  • Mario Sergio Medeiros – Coordenador da SBAT e Vice Presidente da AT
  • Ricardo Hofstetter – Presidente da AR
  • Eneida Soller – Presidente da CBEC
  • Thiago Dottori – Presidente da AC
  • Tuinho Schwartz – Produtor Executivo
  • Constança Carvalho – Diretora da C&M Eventos
  • Marici Salomão – SP Escola de Teatro
  • Newton Canito – Ex Presidente da AR
  • Marcio Aquiles – SP Escola de Teatro
  • Juca Ferreira – Secretário Municipal de Cultura
  • Alfredo Manevy – Secretário Adjunto de Cultura
  • José Luiz Herência – Diretor do Theatro Municipal e Praça das Artes
  • Fábio Maleronka – Programação de Eventos
  • Gabriela Fontana – Eventos
  • Luiza Thesin – Eventos

Logo-Sbat-100 Sociedade Brasileira de Autores

Objetivos:

O I Congresso Brasileiro de Dramaturgia tem como objetivos:

  • Discutir os caminhos da dramaturgia brasileira através do ponto de convergência entre dramaturgos e roteiristas;
  • Discutir e levantar questões acerca da profissão do dramaturgo e sua regulamentação;
  • Discutir a Lei do Direito Autoral e sua importância numa associação de Gestão Coletiva;
  • Discutir as relações de trabalho e contratos feitos entre produtores e dramaturgos e produtores e roteiristas, visando o fortalecimento da categoria;
  • Discutir os mecanismos de controle na TV aberta, que acabam levando à censura;
  • Discutir sobre a censura imposta as produções por patrocinadores, que não aceitam associar sua marca a autores ou a temas polêmicos na dramaturgia;
  • Discutir Políticas Públicas de apoio à Dramaturgia;
  • Discutir a crise na dramaturgia e caminhos mais criativos para o audiovisual;
  • Discutir de forma propositiva a parceria em associação das diversas associações de autores junto à SBAT – Sociedade Brasileira de Autores;
  • Lutar pelo fortalecimento da SBAT, Sociedade quase centenária, de reconhecido e relevante valor cultural para a Dramaturgia Brasileira – a primeira Sociedade de Gestão Coletiva da América Latina.

Para ver a programação completa, clique aqui

SERVIÇO:

LOCAIS DO CONGRESSO

20 de novembro – Sessão de Abertura – Theatro Municipal de São Paulo – Praça Ramos de Azevedo, s/n

21 a 23 de novembro – Sessões Painel e Mesas – Praça das Artes – Av. São João, 281

21 e 22 de novembro – Projeção de Filme – Cine Olido- Av.São João, 473

Logo-Sbat-100 w-SP-escola w-ATO-1D w-CBEC-ALTA w-AR w-AC_logo w-prodigital-new w-focus   w-CMw-Logo-Instituto-Boal

 

LOCAL E HORÁRIOS SECRETARIA

Pessoal de apoio uniformizado com camiseta do evento fará o credenciamento dos inscritos.
Será exigido o uso do crachá para acesso às atividades.

Praça das Artes – Horários de funcionamento:
Dia 20 das 15h às 19h
Do dia 21 ao dia 23 das 8h00 às 13h30 e das 15h às 19h

 

CERTIFICADO

Os certificados de participação estarão disponibilizados no site do Congresso, a partir do dia 24 de novembro, a todos os inscritos.

INFORMAÇÕES:

logo-rede-globoCultura - centralizado

Apoio e Patrocínio: Rede Globo de Televisão e Secretaria de Cultura do Município de São Paulo

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Wagner Woelke agora é filiado à SBAT… https://www.wagnerwoelke.com.br/wagner-woelke-agora-e-filiado-a-sbat/ Fri, 01 Nov 2013 16:38:53 +0000 http://wagnerwoelke.com.br/?p=345 Continue lendo]]> Desde ontem Wagner Woelke é filiado à prestigiosa SBAT – Sociedade Brasileira dos Autores Teatrais, tradicional entidade que centraliza e cuida dos interesses autorais dos autores brasileiros.

Fundada em 1917, a entidade atua decisivamente para evitar o desrespeito à propriedade das obras intelectuais, já tão raras no país.sbat_home_topoA SBAT é pioneira na proteção de direitos autorais e um símbolo do teatro brasileiro.

Como bem disse Edson Bezerra Lins, representante da SBAT em São Paulo,
sbat_home_maino órgão efetua vigilância ferrenha no sentido de garantir que os direitos autorais sejam corretamente recolhidos nas apresentações teatrais de todo o país. É necessária essa conscientização dos produtores e público em geral…

Wagner IIIAs peças de autoria de Wagner Woelke podem ser conferidas em http://wagnerwoelke.com.br/?page_id=17

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